A marcha pela liberdade

Não se sabe como nem de onde veio a ideia de sair para a rua em prol de liberdade religiosa.

Seja quem for, está de parabens. Além das pessoas que se envolveram na situação pela questão religiosa, também ficaram envolvidos os cidadãos franceses que não tinham esse intuito.

Esta foi a maior e mais grandiosa demostração na histórioa de Paris nos últimos dez anos.

Este domingo cerca de dois milhões de pessoas sairam para as ruas de Paris numa demostração de unidade contra o extremismo islâmico e pela liberdade de expressão.

Durante toda esta manifestção muitos gritos “Je suis Charlie” e muitos minutos de silêncio para honrar as mortes provocadas pelo terrorismo em França.

Musulmanos, cristãos, judeus, ateus e pessoas das mais diversas origens expressaram a sua condenação à vaga terrorista que começou na quarta-feira como o massacre de 11 membros da redação do jornal satírico Charlie Hebdo.

No dia, na capital francesa, foram vistas os lideres de vários países, entre quais a canceler alemã Angela Merkel e o Primeiro Ministro de Portugal – Pedro Passos Coelho.

Estes caminharam ao lado do Presidente frances , François Hollande, durante 20 minutos na cabeceira da manifestação.

Foi uma ação sobretudo simbólica que produziu uma imagem forte de unidade contra o extremismo e pela liberdade de expressão.

O pequeno passeio dos notáveis, realizado sob uma esquema de segurança, decorreu sem qualquer incidente.

O percurso oficial da marcha tinha cerca de três kilometros, que foram percorridos de dois lados diferentes das avenidas centrais em Paris.

Nem as relativcamente baixas temperaturas , as pessoas sairam para a rua muito cedo para se reunir com as pessoas da mesma raça, opinião ou simplesmente para demostrar que somos todos humanos e merecemos ser iguais e livres.

Fontes: Diário de Notícias, KP, BBC

Valeriia Stukalina

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