KAIROS, o novo espaço cultural contra a crise

Com a crise, uma das primeiras vítimas dos cortes orçamentais é, sem dúvida, a cultura.

Mas para contrariar esta tendência, os arquitetos João Quintela e Tim Simon criaram o KAIROS, um pavilhão sem fins lucrativos, a aceitar propostas que possam integrar o seu calendário cultural, e sobrtudo onde se eleva a arte para receber, gerar e dar a conhecer projetos com o “Espaço” como temática basilar.

De peça em betão, em peça em betão o projeto modular e desmontável ganhou forma num jardim da Lx Factory.

Fotografia: Diana Quintela

O traço é português e alemão, a ideia nasceu este ano, e conta com o apoio da empresa de betão pré-fabricado Gracifer, da Trienal de Arquitetura, da Ordem dos Arquitetos e da Lx Factory.

E curiosamente, pela crise ou não, este tem nome grego, KAIROS, e ideias definidas: quer ser um espaço público capaz de gerar projetos onde o espaço ganha a importância conceptual.

É aqui que entra a explicação da escolha do nome. KAIROS vem do grego e é uma das formas de medir o tempo, não através da quantidade – horas, dias, meses – mas através da qualidade.

“Ao tempo sequencial e cronológico Chronos, opões-se Kairos.

A escolha do nome tem a ver com esta questão obsessiva do tempo, marcado pelo sol e pela permanência que resiste ao tempo”, justifica arquitecto João Quintela.

“Já há algum tempo que nos interessava a possibilidade de criar um espaço público capaz de gerar projetos no qual a temática do espaço é fundamental”, acrescentou o português, um dos mentores do projeto.

A cerimónia de inauguração do pavilhão KAIROS acontece às 19h de hoje, sexta-feira, 16.

Além de contar com a presença dos seus promotores, haverá um concerto de jazz com os músicos João Caldas (piano), Mariana Nunes (voz) e o Trio C3PO: João Miguel (oboé), Vítor Trindade (clarinete) e João Caldas (piano). As exposições, essas arrancam já em 2013 com projetos de arqutectos internacionais, mas que os nomes ainda não foram divulgados apesar de já confirmados.

Com a crise uma das primeiras vítimas dos cortes orçamentais é sem dúvida a cultura.

Mas para contrariar esta tendência, os arquitetos João Quintela e Tim Simon criaram o KAIROS, um pavilhão sem fins lucrativos, a aceitar propostas que possam integrar o seu calendário cultural, e sobretudo onde se eleva a arte para receber, gerar e dar a conhecer projetos com o “Espaço” como temática basilar.

De peça em betão, em peça em betão o projeto modular e desmontável ganhou forma num jardim da Lx Factory.

O traço é português e alemão, a ideia nasceu este ano, e conta com o apoio da empresa de betão pré-fabricado Gracifer, da Trienal de Arquitetura, da Ordem dos Arquitetos e da Lx Factory.

E curiosamente, pela crise ou não, este tem nome grego, KAIROS, e ideias definidas: quer ser um espaço público capaz de gerar projetos onde o espaço ganha a importância conceptual.

É aqui que entra a explicação da escolha do nome. KAIROS vem do grego e é uma das formas demedir o tempo, não através da quantidade – horas, dias, meses – mas através da qualidade.

“Ao tempo sequencial e cronológico Chronos, opões-se Kairos. A escolha do nome tem a ver com esta questão obsessiva do tempo, marcado pelo sol e pela permanência que resiste ao tempo”, justifica arquitecto João Quintela.

“Já há algum tempo que nos interessava a possibilidade de criar um espaço público capaz de gerar projetos no qual a temática do espaço é fundamental”, acrescentou o português, um dos mentores do projeto.

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Paula Brilhante

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