Posto de polícia moçambicano atacado pela Renamo

Esta madrugada um posto da polícia foi atacado pela Renamo em Maringué, na província de Sofala.

Desta forma, foi declarado o fim do tratado de paz assinado em 1992. Uma fonte policial descreveu à Rádio de Moçambique o ataque como “intenso”, tendo durado uma hora, sem causar vitimas.

O porta-voz da Renamo, Fernando Mazanga, admite que na origem deste ataque possam estar os antigos rebeldes, sendo que, estes agiram sem qualquer ordem.

O presidente da Renamo perdeu assim o controlo da situação, não tendo responsabilidades pelo que aconteceu.

A acção contra o quartel general da Renamo foi desencadeada pela força mista composta por militares das Forças Armadas de Defesa de Moçambique e da Força de Intervenção Rápida.

Cristóvão Chume, disse numa conferência de imprensa em Maputo, que a ofensiva das forças governamentais foi feita “porque era preciso parar as pessoas que atacaram, as Forças de Defesa e Segurança perseguiram os homens da Renamo até ao local de onde tinham saído, neste caso onde se localizava o senhor Afonso Dhlakama”.

Dispararam contra o inimigo usando todas as suas capacidades militares e em 15 minutos tomaram a base de Satungira. Uma fonte das Forças Armadas acredita que o líder da Renamo e os seus homens tenham fugido para a serra da Gorongosa.

Fontes: Expresso, Público, RTP

Beatriz Cardoso Alves, Marisa Rodrigues e Cátia Ferreira

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