Quem ganhará a “corrida” a Belém?


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No próximo dia 24 de janeiro, domingo, os portugueses vão ter a oportunidade de escolher o sucessor de Aníbal Cavaco Silva que, como não podia deixar de ser, vai definir o futuro político do País.

Ora quem ganhar a “corrida” a Belém vai ter que lidar com uma grande “reviravolta” no sistema político, e isto tendo em conta o impasse que o País atravessa no que toca à divisão imposta por Pedro Passos Coelho e António Costa, que aumentou a instabilidade governativa.

Seja como for, eis que a praticamente um mês e meio das eleições já há favoritos em relação aos candidatos.

Recentemente uma sondagem feita pela Aximage veio dar conta das eleições de voto dos portugueses, definindo Marcelo Rebelo de Sousa como o suposto vencedor das eleições presidenciais à primeira volta, com 54,6% dos votos, aparecendo como o preferido tanto por parte da direita como por parte dos partidos da oposição, como é o caso do PS e do BE.

Como espetador da TVI também apoio a candidatura de Marcelo Rebelo de Sousa, o que não significa que quaisquer outros comentadores televisivos ligados à política não se pudessem candidatar.

Sondagens dão a vitória a Marcalo Rebelo de Sousa a um mês e meio das eleições presidenciais.

É claro que nem sempre as sondagens das intenções de voto coincidem com os resultados das eleições, embora nos últimos tempos tal tem acontecido.

A concorrer com o antigo comentador da TVI estão Maria de Belém e Sampaio da Nóvoa que, embora estejam longe do primeiro lugar nas sondagens, estão relativamente próximos entre si.

A primeira pretende unir a Esquerda e dar atenção a áreas desfavorecidas do Interior do País, defendendo que há um papel para o Presidente da República no sentido de mostrar as debilidades que existem e combatê-las, sendo apontada por Francisco de Assis como a esperança em unir os partidos de Esquerda.

Por outro lado não podemos deixar de salientar as críticas tecidas por Sampaio da Nóvoa a Marcleo Rebelo de Sousa, afirmando que “eu não cheguei a candidato a Presidente da República, como sou hoje, a partir de um lugar de comentador.

Há quem seja capaz de vestir várias peles ao mesmo tempo. Eu não sou capaz”.

Maria de Belém garante dar atenção às áreas desfavorecidas do Interior, ao mesmo tempo em que vai tentar unir os partidos de Esquerda .

Seja qual for o resultado das eleições presidenciais previstas para janeiro de 2016 esperemos que o próximo Presidente da República faça os possíveis para restabelecer a igualdade e a justiça perante os desfavorecidos, ao mesmo tempo em que tente restabelecer o impasse político que agora se vive entre os partidos de Direita e de Esquerda.

Fontes utilizadas no artigo: Observador, RTP, Diário de Notícias e Público.

Ruben Ramalho

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