Segunda chamada para professores em Janeiro

O mininstro da Educação, Nuno Crato, admitiu a marcação para Janeiro de uma segunda chamada da prova de avaliação de professores.

Decisão tomada no seguimento dos protestos de hoje que impediram os docentes não pertencentes ao quadro de realizar a Prova de Avaliação de Competências e Conhecimentos ( PACC).

A prova dos professores contratados foi marcada por diversos acidentes. Em protesto muitos professores não realizaram a prova e outros docentes não a puderam fazer por greve dos professores que deveriam vigiar o exame.

Nuno Crato, em entrevista à RTP admitiu que a “segunda chamada” aconteceria “muito naturalmente em Janeiro”.

O ministro da educação encarou os acontecimentos como “um acidente de percurso e vai ser algo encarado com naturalidade”.

Acrescentou, também, que imagens como as de provas rasgadas no meio das salas de aulas “não são dignificantes para a imagem dos professores” e que haverá muitos que não se identificam com elas.

Estavam inscritos para a prova de avaliação de conhecimentos 13 500 professores distribuídos por 108 escolas do país.

O secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, calculou em seis mil o número de professores que não realizou a prova. Mário Nogueira acrescentou que os protestos foram “proporcionais à humilhação a que o Ministério quis sujeitar os professores”.

A Fenprof pediu a demissão dos protestos e admitiu continuar judicialmente a contestação à PACC.

O processo ficará a cargo do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE) e exclui qualquer novo pagamento de inscrição.

Fontes: DN, Diário Digital, ionline, Visão, Público

Sofia Martins

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