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Sessão Pública de encerramento da acção nacional do PCP “A força de um povo, por um Portugal com Futuro”

Sessão de Encerramento da acção nacional do PCP “A força de um povo, por um Portugal com futuro- uma política patriótica e de esquerda”

“Temos de conseguir romper com as décadas seguidas de política de direita, que é a causa dos problemas económicos e políticos que Portugal enfrenta”, Jerónimo de Sousa.

Na que foi a ultima sessão da acção nacional do PCP com o tema “A força do povo, por um Portugal com futuro”, contou com a presença do Secretário-Geral do PCP Jerónimo de Sousa, esta realizou-se no Hotel Altis em Lisboa, pelas 15horas no dia 13 de Dezembro de 2014.

A sessão foi inaugurada com o “Cante alentejano”, agora considerado patrimonio mundial imaterial da humanidade pela UNESCO, e que até contou com a participação de Jerónimo de Sousa na cantiga.

Passando depois a explicar que todo o programa do partido tem como principail objetivo mostrar a todos os portugueses que existe uma alternativa a política destrutiva que tem representado Portugal, a politica de direita, que já há várias decadas que controla a maioria partidaria.

O secretário-geral do PCP, disse ainda que todos os graves problemas económicos, sociais e políticos que o País enfrenta são culpa dessa mesma política, que nos levou a todos a uma situação de retrocesso económico que segundo este, já dura já mais de uma década.

Uma politica que segundo Jerónimo de Sousa é a culpada por todos os controlos estratégicos de importantes sectores outrora nacionais e que o País deixou escapar para centros de decisão estrangeiros.

Tal como este, os outros representantes que também tiveram o seu tempo de antena, critiram todos alguma parte do funcionamento da atual política que comanda o país, apresentando sempre como alternativa uma política patriótica e de esquerda.

É importante dizer que todos os representantes do PCP, sempre disseram na maioria das sessões realizadas, e esta de encerramento não foi excepção, que o PCP, não quer governar, o PCP quer apenas que o povo lute pelos direitos que lhe têm sido negados, lutem pela soberania nacional, e pelo controlo público da banca, o PCP quer ser a voz de Portugal, a voz do povo, e não a voz das multinacionais estrangeiras que denominam o setor económico do nosso e de muitos outros países.

Na conclusão do discurso, o secretário-geral do PCP, disse “É por isso que emerge com mais actualidade o alerta que temos feito para os portugueses não tomarem a forma pelo conteúdo, de distinguirem entre caras e políticas, de concluírem por experiência própria que a opção que têm que fazer é a de contribuírem com a sua decisão e a sua vontade para romper com a política de direita e exigirem, adoptarem e construírem uma política alternativa, patriótica e de esquerda ao serviço do povo e do País.”

Adriano Ferreira

Fonte Imagens: Adriano Ferreira

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